Acapella Me
Eu sou fã de Acapella, mas assim já é exagero.
Vejam o tributo a John Williams, por Corey Vidal.
Paguei um pau.
Achei aqui.
Eu sou fã de Acapella, mas assim já é exagero.
Vejam o tributo a John Williams, por Corey Vidal.
Paguei um pau.
Achei aqui.
Eles só me fazem ver o quanto eu sou velho e patético.
http://view.break.com/500238 - Watch more free videos
Roubado descaradamente do Alexandre
E não é que estão realmente pensando em fazer uma sequela do meu filme favorito de todos os tempos?
Estou boquiaberto depois de ler isto.
Image via Wikipedia
Agora uma coisa eu exijo:
Podem mexer até no arranjo musical, como sempre fazem, mas mantenham o tema baseado na boa e velha Ghostbusters de Ray Parker Jr., por tudo o que é mais sagrado.
Por mim, colocava até o videoclipe original no meio do filme… olha só quanta classe!
Essa semana promete ser pauleira aqui no trabalho.
Onde buscar energia? Obviamente nos super poderes de Cristopher Walken, aliado ao ritmo viciante de Fatboy Slim.
Weapon Of Choice nesta segunda feira.
Que tenham todos uma ótima semana!
Em mais uma dica que recebi por e-mail (dessa vez do Bruno) nos chega o vídeo de hoje.
Alguns aqui sabem que eu toco guitarra e baixo (e piano, já que falamos disso) há já alguns aninhos.
Se tem uma coisa que eu nunca consegui fazer bem, foi solar. Eu admito. Falta técnica, falta velocidade, falta agilidade nos dedos, e falta paciência (e tempo) para treinar todos os dias pelo menos 4 horas por dia. Ou seja, eu sou basicamente um Rythm Guitar Player, que faz o acompanhamento em acordes enquanto a negada se mata na palheta.
Mas verdade seja dita, quando é pra fazer umas brincadeirinhas mais “lentas”, eu mando bem, não importa o que seja. Vai de tudo, de bossa nova a sepultura, passando por eric clapton, nirvana, hootie and the blowfish, etc e tal.
Mas vamos lá. Todo bom solista tem que ter as qualidades que eu mencionei anteriormente. Técnica, agilidade e velocidade. Se tiver criatividade melhor ainda, que pode fazer uns improvisos.
Em 2008 rolou uma tentativa de um guitarrista brasileiro de bater o record de velocidade em solo de guitarra. Será que conseguiu?
320 bpms. Trezentos e vinte bê pê êmes. Dá ou não dá vontade de cortar a mão do camarada fora?
Normalmente, quando a gente ouve um solo rápido, mesmo que a gente não consiga tocar, a gente consegue ouvir as notas e acompanhar “mentalmente”. O cérebro acompanha, mas a mão não.
No caso aí acima, eu nem assim consegui. Você distingue certas partes, mas a maior parte do tempo é uma abelha zumbindo no seu ouvido. O ouvido acompanha, mas o cérebro não.
Grande Tiago Della Vega, mais um brasileiro mostrando que o “impossível” na verdade é um estado de espírito pessimista.