Você Não Acreditaria…

Perdido na Europa, tentando ficar mais rico
Subscribe

Archive for the ‘Utilidades’

A prova de que eu sou um gato

May 19, 2008 By: Mytho Category: Rotina, Utilidades 8 Comments →

A minha gata Xica da Silva está no cio. Faz mais de um mês.
Pois é. 1 MÊS no cio. O problema é que o cio nas gatas é um processo muito mais psicológico do que físico. E ultimamente lá em casa reparamos em uma coisa interessante.

O “desespero” dela aumenta se eu ou o meu pai falarmos. Quando só tem mulher em casa, a gata passa o dia todo quieta, dormindo, passeando ou brincando.
A partir do momento em que eu ou meu pai entramos em casa e dizemos “oi”, ela começa a gemer e a miar em volumes absurdamente exagerados.

E pior, se a gente não tomar cuidado, ela se posiciona estrategicamente de forma a raspar suas partes quentes em nossos pés. Eu posso com um troço desses?

Já não posso brincar com a minha gata. Basta falar com ela, que ela começa a tremer, gemer e se roçar no meu pé, até ficar de costas pra mim, com o rabo levantado.

Eu sei o que você está pensando. É falta de p%#$ sim, mas a minha função de dono não vai até esse ponto. A missão agora é ir na farmácia, comprar um anticoncepcional para gatos (sim, isso existe), e depois que passar o fetiche dos pés, levar no veterinário e mandar aquelas trompas pro quinto duzinferno.

Aí, você, com pena da bichinha, me pede:

“Pôxa Mythão.. deixa a gata dar uma catimbada na moqueca! Vai deixar ela na vontade?”

Vou. Primeiro, não quero filhotes. Segundo, parte do processo de adoção da gata implicava que eu concordasse em esterilizá-la assim que possível. Eu concordo absolutamente com a filosofia. Quem quer gato, não precisa ficar pedindo pra amigo. Basta ir a uma associação qualquer que cuida de gatos de rua, e escolher um, de qualquer idade, grátis.
Eu fiz isso. Com 1 mês e meio, a Xica já estava lá em casa.

Tá afim de adotar um animal de estimação? Simples.

No Brasil - Central de Adoção Animal
Em Portugal - Associação Agir Pelos Animais

Mega Hiper Super Market

April 23, 2008 By: Mytho Category: Utilidades No Comments →

Imagine que você precisa de comprar comida, roupa, um relógio de marca, fraldas, um carro, um apartamento, flores e uma palheta de guitarra, tudo dentro da mesma loja.
Além de fazer tudo isso, você também quer comparar os preços que as outras pessoas estão cobrando para aqueles produtos e, caso haja mais barato, você poder comprá-los a esse preço nessa mesma loja.

O conceito é muitíssimo interessante e chama-se ShopWiki, que é uma jogada muito inteligente; juntar uma loja a um wiki.

Vamos supôr que eu quero ir ver o novo filme do Indiana Jones com um chapéu que tenha a ver com o nosso bom e muito velho personagem.

Duas maneiras:

1 - Começo por ir à página de roupas para homens, clico nos chapéus e saio procurando o chapéu em questão (o chapéu do Indy é do tipo Fedora e pode ser encontrado na página 8, lá no fim, por $46, em 4 lojas diferentes - a preços diferentes também).

2 - Ir ao site principal e fazeruma busca por “Indiana Jones Hat”. O resultado é muito mais animador.

O que me agradou neste site é poder ver os preços nas variadas lojas, sem ter que realmente ir aos sites. Tudo centralizado, bonitinho, com possibilidade de fazer as procuras por ordem de preço, relevância, podendo definir o máximo que queremos pagar.

Um colega meu está há algum tempo procurando um Nunchuck para o Wii dele que não esteja a um preço abusivo. Uma breve procura e eu já achei 64 lojas que vendem a $17.

Nunchuck

Muito sinceramente? Este é um post patrocinado, mas se eu soubesse da existência deste site antes, eu teria feito o post na faixa de qualquer jeito.
O que a gente quer é iniciativa inteligente.

Na terra de Jordi

April 16, 2008 By: Mytho Category: Cronica, Fato Verídico, Utilidades 14 Comments →

Ah, oui… Paris…

A cidade dos artistas, dos amantes, e da luz.
Paris dos perfumes caros, dos desfiles de moda. Das lojas de roupa daquele estilista.
Paris do Louvre, da Notre Dame Cathedral, do Arc De Triomphe, da Torre Eiffel e do Centre Pompidou.

Além disto tudo, Paris tem mais uma particularidade:

Paris é a única cidade do planeta que eu já vi de noite, mas não de dia.
Passo a explicar, com direito a jabá:

Estava eu a caminho de casa após umas férias em Munique. O avião faria uma escala de 7 (SETE) horas em Paris.

Chegando no aeroporto de Paris (Charles de Gaulle), fui tentar saber se a Air France ia me pagar estadia em hotel. Óbvio que eu, pé rapado que sou, tomei manguito e me encaminharam para os banquinhos da sala de espera mais próxima.

Teimoso, voltei atrás e perguntei no meu melhor francês:

“Is there a bus to Paris?” - pensando que estava perguntando para a moça “jacaré no seco anda?”.

Eram 23:20. Ela consultou o relógio rapidamente e disse que dali a 10 minutos sairia o último busão para a cidade luz.
Raciocine comigo: Cidade luz, cidade dos turistas, portanto busão grátis, certo?
Errado. TREZE EUROS.

“Ferrou, não vai sobrar grana nem pra um croissant” - deduzi.

Entrei no busão e perguntei para uma senhora simpática do meu lado no meu melhor espanhol:

“Are we going anywhere near the Eiffel Tower?” - pensando que perguntava “Setembrochove?”
Ela disse que sim e que me avisava quando fosse a hora.

40 minutos depois, ela me avisa que tá na hora de dar o sinal. Pensei em gritar “VAI DESCÊ COBRADÔ!” mas reparei que não havia cobrador, e a piada perdia um pouco da graça, ainda mais que ninguém ia entender pitombas do meu maloquês.

Desci pertinho do Arco do Triunfo, chamado assim por ser um arco com a forma das bolachas Triunfo. Não? Quem? Ah, o Napoleão? Jura? Passava por baixo do arco sempre que voltava vitorioso de uma guerra? Num sabia. Valeu.

Dei azar. O Arco tem uma parte visitável, e mal eu botei o pé lá dentro, veio uma policial cheirando Channel Nº5 e me falou em francês: “sorry, we´re closing, it´s midnight”.
Como eu não entendo francês, respondi em inglês mesmo: “merci!”

E foi então que olhei para o horizonte e tive a visão. A Torre Eiffel. Ao longe.
Peraí. Longe?
Longe.

Eu juro que sempre achei que a Torre Eiffel e o Arco do Triunfo eram ali, mano a mano, um encostado no outro.
Aparentemente eu estava (bastante) enganado. A torre era um negocinho iluminado com luzes amarelas.

Pensei então “vou aos Campos Elíseos”, que eu achava que era um grande parque onde durante o dia o pessoal ia fazer piqueniques e jogar freesbee e pintar quadros e ser sensível.

Pepe Le Piu
Mon amour, mon croissant du chocolat avec banana et un peu de foie gras!

Então, esperto que sou, resolvi pegar aquela avenida gigantesca chamada CAMPOS ELÍSEOS, em busca dos tais CAMPOS ELÍSEOS. Ok, você pode parar de ler agora, eu tenho certeza que você perdeu completamente o respeito por mim.

Andei aquilo tudinho tudinho até chegar à prefeitura. Pelo menos eu acho que era a prefeitura. Tinha tudo ali. Fonte, bandeira da França, e um jardim enorme que estava fechado com um portão (trancadíssimo). Olhei na plaquinha pensando “não acredito que fecharam os Campos Elíseos” e o nome do parque era outro completamente diferente (Jardins des Tuileries), na Praça da Concórdia.

Aí comecei a desconfiar que talvez eu já tivesse passado pelos Campos Elíseos e que talvez provavelmente os famosos Champs Elysées fossem nada mais nada menos que uma avenida gigantesca com todo o tipo de bares, discotecas, cinemas, shoppings, concessionárias (Peugeot, claro), e Hard Rock Café. Fiz uma nota mental: “nunca comentar isto com ninguém” e prossegui. oops.

Decidido a encontrar a Torre Eiffel sozinho sem olhar em mapas, comecei a andar na direção dela. Seguindo o rio Seine, sempre de olho na torre (ainda pequena), comecei a perceber algo interessante. A torre parecia estar DO OUTRO LADO do rio.

Atravessei uma das pontes e vi no fundo da avenida um jardim gigantesco. Utilizando toda a minha cultura francesa e meu mapa biológico, pensei “deve ser o Louvre! Ou então o Pompidou! Ou então notre Damme!”. E fui lá. Atravessando o jardim colossal cheguei a um portão, que guardava uma construção maior ainda.
Comecei a procurar placas ou indicações do que seria aquilo, e não achei. Tinha um guardinha noturno na guarita. Chamei e perguntei, arriscando no francês:

“What is this place?”
E ele me explicou que era um hospital para veteranos de guerra que hoje, graças ao Google Earth, sei que se chama “L´Hotel des Invalides” (tuuuuudo a ver com o Louvre…).

Agradeci e perguntei por onde tinha que continuar para chegar à torre. Ele tentou me explicar, mas eu só entendi mesmo a direção que o dedo dele tava apontando e portanto foi essa toda a ajuda que eu tive.

Comecei a entrar por umas avenidas e às vezes perdia a torre de vista atrás dos prédios. Fui fazendo corta mato até que finalmente dei de cara com a Torre Eiffel, imponente e majestosa. Andei ali babando em volta dela durante uma meia hora, tirando fotos e realizando um dos meus sonhos de infância, que era justamente conhecer essa velha armação de ferro, feia que dói, mas linda de morrer.

Aí decidi voltar para a Campos Elíseos, onde eu tinha visto umas padocas convidativas onde eu poderia finalmente experimentar os pães franceses, com seus queijos exóticos.
E foi quando me deparei com um problema. Chegar na Torre tudo bem, que dava pra ver de longe… e voltar pro Arco? Como fica? Eu não podia fazer o mesmo caminho de volta, porque eu sabia que tinha prolongado o percurso demasiadamente com a Avenida, e portanto decidi seguir a minha bússola interior (eu não aprendo).

Quinze minutos mais tarde, eu estava mais perdido que cego em tiroteio. Comecei a andar por ali, tentando encontrar qualquer coisa que me ajudasse, mas não achava nem mapas e nem pessoas (de madrugada o povo não gosta de andar pelas ruas, aparentemente).

Até que achei um taxista. Perguntei “how can I go to the Arc De Triomphe?”
Não entendeu patavina do que eu falei.
Aí inspirei fundo, invoquei os espíritos de todos os franceses póstumos, puxei do fundo do meu crânio algumas aulas de francês que tive na 5ª e 6ª, e mandei.
“Pour la Tour Eiffel, s´il vous plaît. À pied. Pardonnez, je ne parle pas très bien le français” - pensando que dizia “demorou pra você aprender inglês, taxista safado”.

Mais uma vez, as palavras que saíram da boca dele não me ajudaram muito, mas felizmente Deus inventou a expressão corporal e o dedo dele apontando pra uma rua me localizaram.
Agradeci e segui caminho até chegar numa rotatória grande. De longe até pensei que era o Arco do Triunfo, mas aí vi que faltava um arco lá no meio.

A partir dali já conseguia ver o Arco ao longe e cheguei lá sem problemas, morto de fome e de sede.
E então aprendi outra coisa muito importante sobre a linda cidade de Paris:

Os bares fecham à meia noite. Ou eu pagava 30 euros e entrava numa discoteca pra beber uma água ou eu esperava até 6:30 da matina para comer no avião. Não é óbvio o que eu fiz? Dei meia volta e fui pro ponto do busão, onde esperei mais 2 horinhas até ele chegar, e depois mais 40 minutos até o aeroporto, e depois mais 1 hora até estarmos voando e começarem a servir comida.

Cliquem na imagem abaixo para ver o mapa do meu trajeto com as devidas explicações.

Paris Tour

Ou então pegue aqui o arquivo KMZ para ver o roteiro no Google Earth:

Passeio em Paris (Google Earth)

Vacalhau e Binho

January 27, 2008 By: Mytho Category: Utilidades 11 Comments →

“As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;
(…)
Cessem do sábio Grego e do Troiano
As navegações grandes que fizeram;
Cale-se de Alexandro e de Trajano
A fama das vitórias que tiveram;
Que eu canto o peito ilustre Lusitano,
A quem Neptuno e Marte obedeceram:
Cesse tudo o que a Musa antígua canta,
Que outro valor mais alto se alevanta.”

Camões, “Os Lusíadas”

É o texto acima nada mais nada menos do que o início d´Os Lusíadas, o mais antigo guia turístico do universo (depois do Hitchhiker´s Guide To The Galaxy, obviamente).

Tenho feito neste site alguns textos sobre viagens a outros países na Europa. Já tivemos aqui Inglaterra, Alemanha e Áustria. Por isso foi com prazer que recebi um pedido para falar sobre… Portugal!

Pensei “tá aí uma coisa que eu posso fazer sem mentir!”
Tirando a chateação que é ter que colocar os links obrigatórios com as keywords obrigatórias, acho que consigo vos convencer a passar aqui umas férias. Vamos a isto então:

Bandeira Portuguesa

Portugal é a porta de entrada da Europa, como se costuma dizer. Posso afirmar com muito pouco medo de errar que o povo português é, na Europa, o povo mais parecido com o povo tupiniquim. Já ouvi dizer por aí que são os “brasileiros europeus”, devido ao calor e hospitalidade. São mais sérios, sim, mas ainda assim, não se compara à frieza dos alemães e ingleses, à arrogância dos franceses e espanhóis. Não posso falar dos italianos, pois nunca estive em Itália e por isso não vou julgar sem conhecer.
Enfim.

No futebol, todos já conhecem as estrelas maiores de Portugal:
Felipão, Deco e Jardel
José Mourinho, Figo, Cristiano Ronaldo e Eusébio (não necessariamente nesta ordem)

José Mourinho
I am so very special, so special….fantastic

Portugal está no extremo sudoeste da Europa, para você que não conhece geografia, e tem invernos frios e verões escaldantes.
Neste momento é inverno aqui (é sempre o oposto do Brasil, visto estarem em hemisférios opostos) e estou com um aquecedor ligado virado pra mim, ainda que esteja sol lá fora. O problema é mesmo a massa de ar gelado.

A capital é Lisboa, e podemos pensar em Lisboa como um lugar bonito, com muitas coisas para se visitar (Torre de Belém, Oceanário, Pavilhão do Conhecimento, Jerónimos, etc etc etc). Infelizmente o trânsito consegue ser mais caótico que o de São Paulo. Não bate em tempo de espera nos engarrafamentos porque não tem 1/10 da quantidade de carros que tem em SP, mas proporcionalmente é pior sem dúvidas.

Quando eu vou a Lisboa normalmente é a trabalho, e por isso fico em um hotel legalzinho xuxuzinho four stars e que provavelmente não ficaria se a grana estivesse saindo do meu bolso. Talvez seja este o seu caso, e por isso vai aqui o primeiro link chato-mas-útil-que-eu-tenho-que-mostrar-pra-ficar-rico.
Lisbon Hotels:
Pelo que estive vendo, os preços começam em 38 euros para hotel 2 estrelas, mas pode haver mais baratos, dependendo do status “Last Minute” ou não. É claro que um hotel de 1 estrela seria ainda mais barato e pensões então nem se fala.
Recomendo 2 dias em Lisboa e depois fuja de lá. Vá para qualquer outro lugar em Portugal, mais a norte. Lembre-se:

Quanto mais para norte, mais pessoas alegres e calorosas você vai encontrar pelo caminho. Também o preço da comida desce drasticamente nos restaurantes, e a quantidade sobe.
Em Lisboa, você entra num restaurante, pede um bife com zóião. O cara te vem com um pedacinho de qualquer coisa que faz lembrar um bife, os dois zoião, e uma tigelinha de arroz, se tiver sorte. No fim você tem vontade de implorar pro cara te dar mais um pedaço de carne, pra não morrer de fome.
No norte, o mesmo pedido. Nego te vem com um boi inteiro, o zoião e, sem você pedir começa a tacar tudo o que encontra na frente dentro do prato: salada, arroz, batata, azeitona… você tem que implorar pro cara parar de te dar comida.

Portugal hotels
:
Escolha uma cidade e veja os preços. No Porto, por exemplo, há hotéis de 2 estrelas por 30 euros.

Eu sou suspeito pra falar do porto, afinal de contas foi lá que eu fui desencantar uma esposa em primeira mão, boa funilaria, boa pintura, lava, passa, cozinha, obedece, está bem treinada para ir ao banheiro, não bebe, não fuma, trabalha, tem um carro melhor que o meu (que agora é meu!! MMMMWAHWAHWAHWAHWAHWAHWA - casei com ela só pelo carro), e os pais moram longe. :D

Brincadeiras à parte, eu mesmo levantei a bola pra chutar e falar do aspecto feminino de Portugal.
Aliás, melhor não falar, que e mulher, se não me matar pelos comentários lá de cima, me mataria por dizer que em Portugal tá cheio de mulher gata e gostosa as mulheres também são inteligentes e sensíveis.

Se o seu negócio for verão e praia, espere pelo Inverno no Brasil e venha pulandinho contentinho rapidinho para o Algarve que, quando não está queimando com os incêndios ou tendo pequenas meninas sendo abduzidas pelos próprios pais e causando um circo de imprensa, é sem dúvida o melhor lugar para se estar neste pequeno país.

Algarve Hotels
Albufeira é uma das cidades preferidas dos turistas no verão. Particularmente, eu acho que Albufeira já virou “centro turístico” e você paga até pra peidar. As praias são uma maravilha, sem dúvida, e pode no link acima ver hotéis lá até que em conta, porém todavia… deixa de ser Portugal quando tem turistas a mais, não é ou não é?
Por essas e por outras que eu gosto da Fuseta. Pertinho de Olhão e da Quarteira e de Faro, a Fuseta, por ser tão perto de centros turísticos, acaba por ficar meio esquecida. O seu ponto forte, sem dúvida, é o camping park, onde já passei alguns verões fantasbulásticos, e fiz amizades que duram até hoje (estamos falando de quase 20 anos atrás).

A Fuseta tem também uma ilha à qual se pode ter acesso no verão, através de um serviço de barcos que faz a travessia das pessoas durante o dia todo, desde manhã até ao anoitecer (acho que 19:00).

Fuseta

Além do mais, fuseta rima com

Para você, que quer se aventurar um pouquinho mais e conhecer um Portugal que nem mesmo eu conheço, é só pegar um avião e viajar até a Ilha da Madeira. Diz a lenda que é um lugar fantástico e não fica atrás das ilhas caribenhas, por exemplo. Eu, tendo estado na República Dominicana em 2007, tenho as minhas dúvidas mas, como nunca fui, quem sou eu pra falar? ;)

Ilha da Madeira - Funchal

Madeira hotels
Que tal ficar num hotel 4 estrelas por 43 euros? Por mim parece um bom negócio :)

Se resolver ir pra lá, me chama. Também quero conhecer.

Não poderia terminar este texto sem vos dar a conhecer a figura mais imponente de Portugal.
Claro que me refiro ao bom e velho José Castelo Branco, uma mistura de Clodovil, Falcão, Latino e Walter HiperMercado. Vá ao site dele, veja as fotos, leia o que tiver que ler e, no fim, faça a pergunta que todos fazem:

“hein?”

José Castelo Branco

Viajando pela Europa

January 21, 2008 By: Mytho Category: Utilidades 4 Comments →

Já foi a Viena? Eu já. E até tirei essa foto.

Stephansplatz

Tenho vontade de voltar, obviamente. Embora todo o conceito de Viena seja voltado para os museus e catedrais, acho que há muito a ser visto e aproveitado por lá.

Viena é na Áustria. Não, não é o país dos cangurus (não canso de dizer isso). Viena é o outro, da valsa Danúbio Azul… aquela que faz assim:

la la la la la! la la! la la! la la la la la! la la! la la!

Tendeu?

Então… eu confesso que só ia para o quarto do hotel para dormir, e o resto do tempo era dando um rolezinho pela cidade mesmo, procurando coisas pra fazer, lugares pra visitar e, obviamente, comida. Muita comida.

Viena é o palácio de Schonbrunn, Hofburg e Heldenplatz. Viena são praças e pessoas sorridentes que só falam alemão e não têm a menor noção do que você está tentando te dizer, e ainda assim conseguem te ajudar. Viena é metrô sem catraca (eles confiam que você paga) e caixas no meio da rua com os jornais do dia, onde você pega o jornal e só depois coloca a moeda na máquina (eles confiam que você paga).
Se for a Viena, pode descobrir isso e muito mais. Se quiser saber com mais detalhes de tudo o que há para fazer por lá, clique clique!

Como nem só de visitas vive o homem, deixo aqui também o link para os hotéis mais baratos de Viena. Diárias por 39, 50 euros. Coi de loco!
Infelizmente quando eu fui não conhecia este site e acabei ficando num hotel Ibis, que me cobrou mais de 100 euros por dia. Abusivo.

Wien Hotels

Já foi a Munique? Eu já. E as fotos que comprovam estão em outro PC. Estive lá em 2 ocasiões e posso dizer que adorei as visitas. Para mim o Museu da Aviação é um lugar especial, se levarmos em consideração meu passado e suas fortes ligações aos aviões. O Olympiapark e a sua torre também são lugares muito importantes e não se vai a Munique sem a visita a esses locais.
Munique é Marienplatz, Rathaus-Glokenspiel, Olympic village, salsicha alemã, Oktoberfest, e muito mais.

O que fazer em Munique?

Assim como dito anteriormente, é preciso dormir em Munique (ou pelo menos ter uma cama reservada, caso se conheça uma alemã carente ;) )
A partir de 40 euros isso é possível em hotels in muenchen

E já que estamos falando em Alemanha, veja também:

- O que fazer em Berlim
- Onde dormir em Berlim (hotels in berlim)
- 10 coisas para se fazer na Alemanha
- Onde dormir em Leipzig, Lubeck, e nos alpes da Bavária (hotels in deutschland)




Site Meter