Essa semana promete ser pauleira aqui no trabalho.
Onde buscar energia? Obviamente nos super poderes de Cristopher Walken, aliado ao ritmo viciante de Fatboy Slim.
Em mais uma dica que recebi por e-mail (dessa vez do Bruno) nos chega o vídeo de hoje.
Alguns aqui sabem que eu toco guitarra e baixo (e piano, já que falamos disso) há já alguns aninhos.
Se tem uma coisa que eu nunca consegui fazer bem, foi solar. Eu admito. Falta técnica, falta velocidade, falta agilidade nos dedos, e falta paciência (e tempo) para treinar todos os dias pelo menos 4 horas por dia. Ou seja, eu sou basicamente um Rythm Guitar Player, que faz o acompanhamento em acordes enquanto a negada se mata na palheta.
Mas verdade seja dita, quando é pra fazer umas brincadeirinhas mais “lentas”, eu mando bem, não importa o que seja. Vai de tudo, de bossa nova a sepultura, passando por eric clapton, nirvana, hootie and the blowfish, etc e tal.
Mas vamos lá. Todo bom solista tem que ter as qualidades que eu mencionei anteriormente. Técnica, agilidade e velocidade. Se tiver criatividade melhor ainda, que pode fazer uns improvisos.
Em 2008 rolou uma tentativa de um guitarrista brasileiro de bater o record de velocidade em solo de guitarra. Será que conseguiu?
320 bpms. Trezentos e vinte bê pê êmes. Dá ou não dá vontade de cortar a mão do camarada fora?
Normalmente, quando a gente ouve um solo rápido, mesmo que a gente não consiga tocar, a gente consegue ouvir as notas e acompanhar “mentalmente”. O cérebro acompanha, mas a mão não.
No caso aí acima, eu nem assim consegui. Você distingue certas partes, mas a maior parte do tempo é uma abelha zumbindo no seu ouvido. O ouvido acompanha, mas o cérebro não.
Grande Tiago Della Vega, mais um brasileiro mostrando que o “impossível” na verdade é um estado de espírito pessimista.
Fala sério, se não fosse eu, este tipo de pérolas ia se perder no limbo de suas memórias…
E agora você vai passar o resto do dia com esta bostamerdaporcaria música na cabeça…
Numa loja da cidade eu fui comprar um fogão
Mas me assustei com o preço e fiquei sem solução
Eu queria um fogão, quando ia desistir
Um amigo me indicou a feira de Acari
Ele disse que na feira, pelo preço de um bujão
Eu comprava a geladeira, as panelas e o fogão
Tudo isso tu encontra numa rua logo ali
É molinho de achar, é na feira de Acari
É, sim, lá em Acari (repete)
Lá existe um barraqueiro que atende por Mané
Ele vende muita coisa, sempre tem o que tu quer
A barraca é muito grande, nela você sempre passa
Com merreca paga as pilhas e o rádio vai de graça
Tinha uma promoção na barraca do Mané
Se alguém comprasse tudo ele dava sua mulher
Tudo isso tu encontra numa rua logo ali
É molinho de achar, é na feira de Acari
É, sim, lá em Acari (repete)
Já levei o meu avô pra mostrar que eu não minto
Ele foi no troca-troca da barraca do Jacinto
Meu avô trocou as calças, meu avô trocou o cinto
Meu avô trocou cueca e trocou até o pinto
Quando eu voltar na feira, meu avô quer ir de novo
Ele está tão satisfeito que já quer trocar o ovo
Tudo isso tu encontra numa rua logo ali
É molinho de achar, é na feira de Acari
É, sim, lá em Acari (repete)
Preste muita atenção no que agora eu vou falar
Se você quer transação, Acari cê vai achar
Se levar algum dinheiro, maloca a merreca
Põe no bolso, no sapato e o resto na cueca
Porque lá tem gente boa e malandro adoidado
Já venderam prum otário o morro do Corcovado
Tudo isso tu encontra numa rua logo ali
É molinho de achar, é na feira de Acari