Você Não Acreditaria…

Perdido na Europa, tentando ficar mais rico
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Neobux, o melhor PTC

July 07, 2008 By: Mytho Category: Rotina 50 Comments →

E o Mário (Mário? Que Mário?), uma das autoridades em SEO em Portugal, recomenda o uso do NeoBux. Disse ele que é um dos melhores PTCs que andam por aí.

PTC? Whadda hell!? O que é um PTC? – me pergunta você.

PTC significa “Paid To Click”, e é basicamente um site em que você se cadastra, clica em um link, e ganha dinheiro. Não precisa ter blog, não tem que instalar widgets, não precisa saber pitombas sobre SEO, Wordpress, ou serviços de internet.

Basta saber usar o FireFox ou Internet Explorer e clicar no mouse. Sabe acessar um site? Já tem o que é preciso para começar a ganhar dinheiro.

E – dizia eu, apoiado no MuioMuio – que o NeoBux é neste momento o melhor site para esse efeito. Fiz o cadastro e penso em fazer ali um investimento inicial de $15. Já vi que tem gente ali começando a faturar e, sinceramente, como o serviço está apenas começando eu quero pegar esse barco no início.

Mais alguém está testando o NeoBux? Qual é o veredito? Assim que eu começar a ganhar (ou perder) dinheiro, eu venho aqui e falo o resultado das minhas tentativas.

Quer entrar no barco? É só se cadastrar.

Eu tuíto, tu tuítas, ele tuíta

April 25, 2008 By: Mytho Category: Rotina 11 Comments →

Twitter. Quando ouvi pela primeira vez o que era e para que servia, admito que minha reação foi algo parecido com “que imbecilidade! Quem seria suficientemente acéfalo de querer usar um negócio ruim desse?”

Aí esqueci o negócio. Quem é que iria entrar todos os dias num site pra ver micro-atualizações das pessoas na net? Pra isso existe MSN e pra isso existe RSS.

Aí, só pra não falar mal de alguma coisa que eu não conhecia, criei minha conta. Verifiquei que minhas suspeitas estavam certas, e que dava muita mão de obra se manter “a par” de tudo o que as pessoas diziam, tal era a quantidade de conversas paralelas, pensamentos, citações, viagens.

Voltei pro meu RSS reader e deixei o twitter de lado.
Aí o povo começou a falar cada vez mais do negócio e eu pensei de novo “será que houve uma falha no Matrix e eu realmente pude estar errado uma vez na vida?”.

Voltei lá. Fiz uma análise um pouco mais profunda e descobri que dá pra receber e fazer updates no GTalk. Opa! Novidade. Assim fica mais fácil.
Ativei o serviço e agora acho que escrevo lá mais que os meus contatos.

Fazer o quê. Aparentemente eu sou um acéfalo.

@Mytho

Oh si, qué raro!

December 05, 2007 By: Mytho Category: Rotina 4 Comments →

Tava aqui dando uma olhada na minha morróida diária, em que o Fabião fala sobre este concurso.

Resolvi participar do concurso. Como não moro no Brasil e aqueles putos não aceitam inscrição de estrangeiros, fui obrigado a colocar o meu endereço antigo de SP.

Como eu sei que vou ganhar (sorry Fabião), vai ser uma situação engraçada.

Tá aqui meu pequeno contributo:

Raro

Temam. Eu sou Mytho, o vencedor de concursos da internet.

Fora da Lei e da Estrada

December 04, 2007 By: Mytho Category: Cronica, Fato Verídico 4 Comments →

Este texto é a resposta ao meme do Guilherme. É claro que para o site da promoção eu tive que espremer a história em 500 caracteres.
Mas para os leitores deste site e da Papo de Homem, nada menos que os fatos completos! Espero que gostem ;)
Quem quiser continuar este meme, está convidado!

O ano é 1995.

Foi marcado um encontro do pessoal do pessoal do canal #Brasil do servidor de IRC DalNet no Rio de Janeiro. Eu e mais 3 amigos (um deles maior de idade e proprietário de um carro) nos pusemos a caminho.
A viagem correu bem, sem grandes percalços, até porque o condutor não passava dos 80Km/h.

Chegando lá, conheci o pessoal carioca no barzinho, conversamos bastante e, lógico, tinha lá no bar um PC com net pro povo ir falando com as pessoas no canal. Entretanto começo a falar com um amigo que ficou em São Paulo e que não tinha ficado sabendo do encontro (na época eram os chamados IRContros).
Diz ele: “Se aí tá tão bom assim, eu tô já.”
Como o cara era menor de idade, ainda tentei argumentar com ele que o preço da passagem de busão e trem estavam acima de nossas posses, mas não insisti demais porque ele era abastado, filho de empresário importante.

À tarde ele chega. Dirigindo. Menor de idade. No carro do ano importado do pai. Sem o pai saber. Com cara de safado e sorrindo, cumprimenta a galera e orgulhoso, vai espalhando pra meio mundo que roubou o carro do pai para estar ali, sem carta, sem autorização, sem grana.

O resto do dia aconteceu sem grandes novidades, fomos para a casa de uma amiga que nos estava acolhendo para tomar banho, comer um lanchinho, etc.

À tarde, a caminho do restaurante, eu estava no carro de uma amiga e ele no carro do pai, atrás de nós. Molequice pouca é bobagem. O animal resolve fazer macaquice com o carro, cantando pneu em segunda e terceira, derrapando, buzinando. É claro que bate o carro em mais 2 carros e entretanto atropela um pedestre.

Paramos mais à frente e, quando chego perto, ele está dando um soco no vidro da frente do carro, com raiva, xingando. O vidro quebrou com o soco e a mão dele começou a sangrar na hora.

Aí eu me deparo com a cena:

- Amigo xingando com a mão sangrando.
- Tiozinho deitado no asfalto sangrando e dizendo “eu tô bem, eu tô legal”
- Motoristas de mais 2 carros xingando e gritando e “aposto que nem tem carta esse moleque” e “devia ir pra cadeia” e “FEBEM NELE!”.
- Minha amiga tentando levantar o tiozinho que, entretanto, procurava um sapato que tinha perdido no acidente, e que eu vi que estava entalado na lateral do Mondeo do pai do meu amigo.

Como qualquer amigo que se preze após ver que estavam todos vivos e conscientes, adotei a postura que se fazia necessária: sentei no chão, chorando de rir.

O tiozinho lá conseguiu recuperar o sapato e, na beira da estrada descobrimos que ele era, obviamente e com a graça de Murphy, um policial.
Não parava de repetir “tudo bem, a culpa foi minha, eu atravessei sem olhar pros lados” até que descobriu que o meu camarada era menor de idade. Mal tomou conhecimento da informação, “vamos pra delegacia”.

Fomos. O meu amigo chorando, a minha amiga tentando consolá-lo, o tiozinho mancando e eu simplesmente porque não tinha mais onde ir.

Quando chegamos, o delegado pegou o depoimento de cada um dos envolvidos e perguntou ao meu amigo os dados do pai.
E foi aí que aconteceu o meu primeiro contato com a realidade brasileira.

Acontece, caros leitores, que o pai do meu camarada é diretor de uma multinacional muito muito muito (já mencionei “muito”?) conhecida.
Como dizem os russos, “Money Talks”, ou seja, “Dinheiro é Talco”, ou seja, em francês, “Eu posso, eu mando”.

O delegado engoliu em seco, e se trancou na salinha dele pra telefonar pro pai abastado do pequeno delinquente.
Pouco tempo depois, chega um helicóptero.

O pai dele sai de lá de dentro, entra na delegacia, não olha para a cara de nenhum de nós (nem mesmo do filho), cumprimenta o delegado, entra na salinha, porta trancada.

Sai de lá 10 minutos depois, olha pro filho e diz, muito lentamente, apontando pro helicóptero:

“Entra.”

Eu juro que tentei segurar o riso, mas tive mesmo que forçar um ataque de tosse que não enganou ninguém. O pai dele olhou pra mim como se eu fosse um pedaço seco de cocô de urubu e entrou no helicóptero.

Fiquei sem ter notícias do meu camarada durante 3 meses. Mais tarde fiquei sabendo que naqueles 10 minutos em que o pai dele esteve com o delegado, houve ali uma transação financeira de elevado valor para que a imprensa não soubesse de nada e para indenizar o policial e os condutores dos outros 2 carros.

Ah, bons tempos da minha juventude que não voltam mais…

Random Rants

December 03, 2007 By: Mytho Category: Rotina 12 Comments →

Há alguns meses que conheci acidentalmente o Guilherme Nascimento. Estava eu no nosso bom e velho Google procurando por ocorrências do meu querido texto do Comandante Loureiro, quando encontrei o texto em um fórum. O fórum pertencia nada mais nada menos que ao site do Guilherme, a revista Papo de Homem. O meu texto infelizmente não estava identificado no meu nome e fiz aqui um post na época falando sobre isso. No meu post, havia um link para o site.

O Guilherme deve ter visto os clicks vindos daqui, me descobriu, e resolveu publicar o texto no site dele, desta vez com os devidos créditos. Aparentemente o pessoal gostou.

E esse foi o início de uma cyber-parceria que tem vindo a render links para mim, leitores para ele, e diversão para ambos.

Recentemente, escrevi um texto sobre timidez e o Guilherme publicou no site dele na passada sexta feira (ver aqui).
Confesso que fiquei embasbacado com a quantidade de comentários e igualmente com o conteúdo deles.

Quem não gosta de ser elogiado? Pois é. Eu, nesse caso, sou regra.

Mas fujo ao assunto. No meio daqueles comentários todos, uma sugestão:

“Mytho, e que tal escrever um artigo sobre a diferença entre as relações (amorosas) Brasil vs Portugal?”

Eu comprei a idéia e em breve vou estar postando aqui postar na bagaça o texto resultante. Claro que também enviarei ao Guilherme para que ele possa, se assim achar por bem, publicar na Papo de Homem.

Aproveitando que você tá aí, e que tal passar na Papo de Homem para ler os textos de minha autoria que já foram publicados?

O Guilherme e eu agradecemos ;)




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